Na rotina de condomínios, os espaços comuns estão sujeitos a deterioração e adversidades que podem levar elementos que constituem a estrutura do prédio à avaria. Muitas vezes, há dúvida sobre quem responsabilizar quanto aos pequenos reparos do prédio, atrasando o conserto do item e gerando confusão na hora de emitir a fatura.

Pensando nisso, no texto de hoje, trazemos algumas das situações mais comuns referentes a consertos nos condomínios a fim de ajudar você a saber como direcionar, com precisão, o comprometimento à parte responsável. Continue a leitura e confira!

Consertos na fachada

Começando pela parte que gera muitos mal entendidos, os problemas relacionados à fachada, por ela ser um patrimônio comum do prédio, devem ser resolvidos e custeados pelo condomínio.

No caso de infiltrações, é necessário rastrear a origem para certificar que a causa está localizada na estrutura externa e não ligada a uma obra ou um defeito de um apartamento em particular.

Reposição de pastilhas, acertos na pintura e pequenos reparos no acabamento também são de responsabilidade do condomínio, que, para evitar grandes estragos em sua estrutura, deve fornecer manutenção periodicamente.

Acertos em varandas e sacadas

Por sua vez, a manutenção de varandas e sacadas é responsabilidade do proprietário do imóvel, que deve cuidar do piso e do teto desses ambientes. Os elementos externos e visíveis para a parte de fora são cuidados pelo condomínio.

Vazamentos

Os vazamentos relacionados à umidade seguem a mesma lógica da fachada: os que surgem da tubulação vertical (colunas) são parte comum do prédio. Já aqueles que são resultados de erros na tubulação horizontal (ramais internos) ficam a cargo do dono do apartamento.

Manutenção de janelas

Apesar de a janela estar como parte externa, a manutenção de cada item também é responsabilidade do morador. Quando há problemas nelas em decorrência da falta de cuidado — tais como ferrugens nas esquadrias, desgaste da borracha, ausência de silicone, entre outros, o proprietário é quem deve arcar com o reparo.

Reparos nas redes de distribuição

A tubulação existente na coluna central, antes do medidor de consumo, é considerada de uso comum e, por isso, compromisso do síndico e da administradora. Nela estão incluídas as redes de distribuição de gás, de água e de eletricidade. Qualquer necessidade de reparo nessa área deve ser considerada custo do condomínio.

Já os ramais que saem das colunas internas e a tubulação de cada unidade estão posicionados após o medidor de consumo, de modo que o conserto de qualquer danificação nessas partes deve ser custeado e acompanhada pelo morador.

Quando há necessidade de fazer um reparo na unidade por conta de um problema da estrutura geral, mesmo sendo realizado em espaço privativo, a responsabilidade é do condomínio.

Ajustes menores em espaços comuns

Todo e qualquer conserto deve ser autorizado pelo síndico que certamente vai acompanhar e fiscalizar o trabalho feito. Os moradores não podem alterar qualquer elemento que faça parte da estrutura geral, mesmo que estes se localizem no interior dos apartamentos.

A manutenção da estrutura predial é muito importante para prevenir a necessidade de reparos. Mas, caso isso seja inevitável, para a execução de um bom serviço, contrate empresas especializadas e de confiança como forma de prolongar os efeitos da reforma.

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