Atualmente, no Brasil, o número da população em grandes centros urbanos vem crescendo periodicamente, o que faz com que o número de residências aumente. Essa expansão faz com que tanto os apartamentos quanto as casas acabem sendo construídos com mais proximidade.

Além disso, essa realidade faz surgir algumas aglomerações de imóveis, ou seja, os condomínios que, certamente, precisam de uma pessoa para administrar as atividades comuns de moradias. Portanto, para realizar serviços de condomínios é necessário haver um síndico ou uma administradora de condomínio.

Para organizar esse espaço coletivo, foram criadas, no Código Civil, regras para serem seguidas pelo administrador do condomínio, uma vez que servirão para a melhor administração desse. Essa pessoa tem seus direitos e deveres, que devem ser seguidos de forma responsável, com o intuito de resguardar os interesses coletivos dos condôminos.

Nesse sentido, preparamos este post com o objetivo de explicar para você os prós e contras de um síndico e de uma administradora de condomínio. Então, continue a leitura e aproveite o conteúdo!

Administradora de Condomínio

A administradora de condomínio é uma empresa contratada para organizar as atividades cotidianas de condomínio. Esse serviço terceirizado e sofisticado tem algumas vantagens. Gerar boletos bancários da taxa de condomínio, dar assistência aos moradores e proprietários, contratar faxineiras para fazer limpeza, planejar futuras obras, entre outras funções que ficarão a cargo da empresa contratada. Logo, nenhum morador precisará se responsabilizar por essas tarefas.

No entanto, há algumas desvantagens nesse tipo de serviço. Por exemplo, os moradores terão um gasto a mais com esse tipo de serviço terceirizado, pois os custos costumam ser superiores a quando se tem funcionários contratados pelo próprio condomínio. Outro ponto a se considerar é que os condôminos não terão contato direto com os funcionários da empresa quando precisarem de assistência.

Síndico

O síndico é um morador do condomínio que, quando eleito por seus pares, passa a ter o objetivo de melhorar a qualidade de vida de seus vizinhos. Para os condôminos, essa figura pode ser bastante útil, pois eles terão o contato diário com o síndico, que, sem dúvidas, poderá ajudar nas adversidades eventuais de urgência. Além disso, o gasto com um síndico, geralmente, é baixo, já que boa parte deles recebe remuneração para assumir as responsabilidades da função.

Esse serviço também tem suas desvantagens, pois ser o síndico de um condomínio pode atrapalhar a vida particular dessa pessoa. Um morador com as responsabilidades de síndico, geralmente, fica muito desgastado, pois ele sempre tem outras prioridades além de sindicar.

Em suma, tanto a opção de contratar uma empresa encarregada de administrar um condomínio quanto a de eleger um síndico para geri-lo tem seus benefícios e seus malefícios. Para definir a melhor opção, é importante que cada condomínio reúna todos os moradores e faça uma votação, pois eles saberão o que será melhor para suas necessidades a fim de evitar problemas no futuro.

Agora que você já sabe os prós e os contras de se contratar uma administradora de condomínio ou de se eleger um síndico, que tal aprender como otimizar a gestão de um condomínio? Assim você fica ainda mais informado sobre o tema e pode propor mudanças ainda mais efetivas a seu grupo. Confira!

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